sábado, 15 de dezembro de 2012


Nova Yamaha XJ6 2013


Depois de seu lançamento em 2008, na Alemanha, a Yamaha fez o primeiro faceliftna XJ6 (no Brasil como XJ6 N). O modelo 2013 apresenta novas modificações visuais em relação ao modelo anterior.


Entre as novas alterações no visual, estão: nova carenagem do farol dianteiro, do tanque, piscas transparentes (antes amarelados), a alça do garupa também foi modificada, painel com luz de LED, novo material no assento, pintura do motor e do para-lama dianteiro modificadas.
O motor continua o mesmo: Um quatro cilindros de 600 cm³, refrigeração à água, injeção eletrônica, 77,5 cv à 10.000 rpm e 6,09 kgfm de torque à 8.500 rpm.
O modelo antigo ainda continua sendo vendido no Brasil por R$ 27.850, sem previsão do novo modelo entrar no mercado Nacional.


quinta-feira, 13 de dezembro de 2012



Honda PCX 150 – A nova scooter da Honda



A pequena Lead assumiu a liderança das vendas na categoria em pouco tempo, e serviu como um teste bem sucedido: O Brasileiro descobriu os Scooters, e há espaço para crescer neste segmento.
Por isso a Honda trouxe a PCX 150, um Scooter maior, com motor mais potente e recheado de tecnologia. Na minha opinião, é exatamente o que faltava no mercado.

Tamanho

Apesar de ter um motor com apenas 153cc, o PCX é grande. É quase do tamanho da Citycom 300i da Dafra, porém um pouco mais baixa. O tamanho permite que pessoas maiores possam pilotar a Scooter sem sacrificar tanto a coluna, no entanto, o tamanho avantajado não aumenta o espaço para guardar objetos sob o assento, nem aumenta o tamanho do tanque, que assim como na Lead, tem apenas 6 litros de capacidade.
O assento é grande e largo, e suficientemente confortável para duas pessoas em trajetos urbanos. Não se engane, a PCX, tal qual a Lead, é um Scooter urbano.

Motor


O motor do PCX é um monocilíndrico de 153cc refrigerado a liquido com 2 válvulas acionadas por um único comando com corrente (OHC). É um motor potente para o tamanho, com 13hp que são muito bem aproveitados pelo câmbio CVT, e é alimentado por Injeção Eletrônica.
Um dos grandes diferenciais aqui é a tecnologia Start & Stop, que está disponível em alguns carros híbridos (Elétricos e a gasolina). O motor literalmente se desliga ao parar a Moto, e liga-se sozinho, automaticamente, ao acelerar. A ideia é que o piloto nem mesmo perceba que a moto desligou, já que o desligamento e o religamento são feitos de forma suave e progressiva.

                         
Para isso, o “motor de arranque” na verdade é um motor elétrico, bem maior do que um motor de arranque normal, que faz o motor girar com suavidade, sem aquele barulho característico de partida. O motor elétrico faz o papel de alternador, gerando energia para carregar a bateria quando o motor a gasolina está tracionando a moto.
Quando o motor desliga automaticamente, ele fica parado em uma posição que favorece o religamento, e ao girar o acelerador, o motor elétrico apenas dá a volta inicial e o motor funciona instantaneamente.


Outros detalhes

A PCX 150 tem freios a disco na roda dianteira e a tambor na traseira, e ao contrário do que os sites e blogs andam divulgando por ai, ela NÃO TERÁ ABS. O sistema de freio dela é o mesmo da Lead, freios combinados, mas sem sistema anti-travamento. Ao acionar o freio traseiro, o dianteiro também é parcialmente acionado.
O painel de instrumentos é completo, com marcador de combustível, conta-giros, luzes-espia e um velocímetro bem otimista, que marca até 160 km/h.

As rodas aro 14 conferem mais estabilidade ao PCX 150, além de deixar o visual bem mais bonito!

Eu gostei bastante deste lançamento. Confesso que não esperava que um Scooter deste tipo fosse vendido algum dia por aqui. É um Scooter criado para o mercado Europeu, e obviamente terá uma faixa de preço bem diferente do que estamos acostumados a pagar por Motos com essa cilindrada. Ainda assim, pode ser uma opção interessante para quem quer um Scooter estritamente urbano mas acha a Lead muito fraca, e não se interessa pela Citycom.
O preço ainda não foi divulgado. Só o que se sabe é que será produzida no Brasil e começará a ser vendida em Abril. Eu arrisco dizer que custará uns R$ 11.000,00. É um preço salgado para a cilindrada, mas a julgar os últimos preços dos lançamentos da marca, é perfeitamente possível.

Ficha técnica

Motor
Tipo
4 tempos, 1 cilindros,2 válvulas, OHC, refrigerado a liquido, cárter úmido, eSP (Start & Stop)
Cilindrada
153cc
Diâmetro x Curso
58,0 x 57,9 mm
Taxa de compressão
10,6:1
Potência máxima
13,6 hp @ 8.500 RPM
Torque máximo
1,4 kgf.m @ 5.250 RPM
Marcha Lenta
1.700 RPM +/- 100 (0 RPM em Idle Stop)
Capacidade de óleo
0,9 litros
Combustível
Alimentação
Injeção Eletrônica PGM-FI com corpo de 26mm
Tanque de combustível
6 litros
Eletrônica
Ignição
ECU/CDI
Partida
Elétrica
Bateria
12V 16Ah
Saída do Alternador
343 W
Farois
12V 30/35W H4 x 2
Transmissão
Embreagem
Centrífuga a seco
Câmbio
Automático CVT
Redução final
10,552
Transmissão final
Por correia dentada
Quadro
Tipo
Coluna dorsal inferior tubular em aço.
Dimensões
Comprimento
1.915 mm
Largura
740 mm
Altura
1.090 mm
Distância mínima do solo
130 mm
Distância entre eixos
1.315 mm
Caster
27º
Raio de curva
2,0 m
Altura do assento
760 mm
Peso em ordem de marcha
129 kg
Peso Bruto Total Máximo
309 kg
Capacidade máxima de carga
180 kg
Suspensão
Dianteira
Garfo telescópico hidráulico invertido de 31 mm de diâmetro, curso de 100 mm.
Traseira
Braço oscilante com 2 amortecedores, curso de 75 mm.
Roda dianteira
De liga-leve de 14 polegadas.
Roda traseira
De liga-leve de 14 polegadas.
Pneu dianteiro
14M/C x MT1,85
Pneu traseiro
14M/C x MT2,15
Freio dianteiro
Disco ventilado de 220 mm de diâmetro com pinça de 3 pistões.
Freio traseiro
A tambor, combinado.

Mais fotos










Olá amigos e amigas do mundo moto, venho pedir desculpas por este tempo todo sem da noticia de vida, tive um problema e não estava conseguindo acesso a meu endereço ,agora restabelecido voltarei a posta muitos assuntos e dicas sobre o mundo sobre duas rodas.
Um abraça e que se divirtam assim como eu.

quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Voltando a ser criança

Óleo ou Graxa ?








A dúvida dos motociclistas certamente é a mesma, que se deparam no dilema de como lubrificar a corrente do equipamento da maneira ideal e correta. Quem utiliza óleo, sempre tem dor de cabeça com a limpeza da motoca, que fica com a roda traseira repleta de pingos e manchas. Se a opção é a graxa, em pouco tempo o problema passa a ser o acumulo de sujeira na corrente.

“O que deve ser salientado desde o início é que não há como manter a roda limpa quando se passa óleo na corrente”, afirma André Luis de Brito Thomaz, mecânico da Suzuki há 11 anos. “Mas é preferível limpar a moto a cada semana a ter que gastar muito mais dinheiro com manutenção”, destaca o “Tomate”, como é conhecido pelos amigos.

A dica para quem prefere óleo é não exagerar na aplicação do produto e dar preferência ao óleo 90, que é bastante viscoso e ideal para a lubrificação, de acordo com Thomaz. “Mas antes de passá-lo, é recomendável lavar a corrente com querosene, a fim de tirar o óleo velho e as demais impurezas que ficam concentradas”, explica.

Um spray, no entanto, surge como a salvação para aqueles que realmente detestam ver a roda suja, e representa também o que existe de melhor no mercado. “O ‘Chain Lub’ foi projetado para a aplicação em correntes. Ele é muito bom porque gruda na corrente; e esse não suja. O porém está no seu preço, em torno de 50 reais, bem elevado no comparativo com os demais tipos de lubrificantes. Mas quem o adquire e aplica na moto pode fazer uma viagem sossegada até o Chile, pois ainda sobra produto”, ressalta o mecânico.

Thomaz falou também sobre o excesso de óleo na corrente, que pode gerar alguns imprevistos. “Além de sujar ainda mais a roda, o excedente pode pegar no pneu e aumentar o risco de queda do motociclista. Outro detalhe é que o óleo pode entrar no pinhão — a peça que transfere a força do motor para a roda traseira —, dando a impressão de que ele esteja com vazamento”.

Quanto ao uso de graxa, a recomendada é a náutica. “Ela é boa também. É branca e não sai com água, mas acumula sujeira, especialmente areia. Neste caso, a dica é a mesma para quem opta pelo óleo: lavar a corrente uma vez por semana”.

Os grãos de areia e demais tipos de partículas sólidas podem causar sérios danos, como problema no rolamento de roda, pinhão e rolamento do eixo secundário. “Um conjunto de relação custa muito caro, portanto, sai muito mais barato dar atenção às limpezas”, volta a destacar.

Todas as fabricantes de moto recomendam que a corrente seja lubrificada a cada 400 km. Thomaz, contudo, alerta aos motociclistas — em especial aqueles que dependem do uso diário do veículo de duas rodas — para criarem o hábito de aplicar um pouco de óleo em cada dia pela manhã. “Com isso, a vida útil da corrente será prolongada, garantindo a felicidade do proprietário”

DUCATI HYPERMOTARD

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Antecipamos o que a Harley-Davidson só lançará em outubro no Salão


Rodamos nos Estados Unidos com as três principais novidades da linha Harley-Davidson para o Brasil, que só serão lançadas no Salão Duas Rodas, em outubro. A primeira e mais relevante, é a nova Dyna Switchback. Uma touring mais leve, fácil de pilotar e prática, porque o pára-brisa e as malas laterais são facilmente destacáveis sem o uso de ferramentas. Em poucos segundos, a Switchback se transforma em uma custom comum e pode ser usada com mais tranqüilidade em ambientes urbanos.

As duas outras, que você verá em detalhes na edição de setembro, são a V-Rod em edição especial do 10º aniversário de lançamento e sua versão Night Rod, ambas com nova rabeta, suspensão dianteira invertida (já usada na Muscle) e um anteparo sobre o farol, cobrindo o painel de instrumentos. A Harley-Davidson do Brasil afirma que os preços da linha 2012 só serão anunciados no próximo Salão Duas Rodas, em outubro.